No cenário corporativo atual, as palavras absenteísmo e presenteísmo têm chamado cada vez mais a atenção de gestores e profissionais de Recursos Humanos.
Ambos impactam diretamente a produtividade, a saúde dos colaboradores e os resultados das empresas, mas de maneiras diferentes.
Enquanto o absenteísmo se refere às ausências frequentes no trabalho, o presenteísmo acontece quando o colaborador está fisicamente presente, mas não consegue desempenhar suas funções de forma plena, seja por questões de saúde, desmotivação ou outros fatores.
Assim, visando o bem-estar de seus colaboradores, é importante compreender as causas, medir corretamente os índices e adotar soluções eficazes para reduzir o absenteísmo e o presenteísmo, construindo ambientes de trabalho mais saudáveis, engajados e sustentáveis.
Neste artigo, você encontrará um guia completo sobre o tema, com explicações, métricas, impactos e estratégias práticas para enfrentar esses desafios de maneira estratégica.
Boa leitura!
O que é absenteísmo?
Absenteísmo é a ausência não planejada ou o afastamento do colaborador do ambiente de trabalho.
O termo vem do latim, absentia, que significa ‘ausência’ e é amplamente utilizado em Recursos Humanos para monitorar a presença e o engajamento dos colaboradores no ambiente corporativo.
Os tipos comuns de absenteísmo são:
- Justificado: faltas motivadas ou comprovadas, como atestados médicos, licenças maternidade e paternidade, consultas ou exames.
- Não justificado: atrasos, faltas sem comunicação ou sem comprovação, saídas antecipadas não planejadas.
- Voluntário: ausência por decisão própria e sem motivo relevante.
- Involuntário: ausência por condições inevitáveis, como doenças súbitas.
- Parcial: presença física, mas ausência em parte da jornada.
Assim, é importante destacar que férias, folgas programadas e licenças previamente acordadas não são consideradas absenteísmo, pois fazem parte da gestão de pessoas.
Diferenças entre absenteísmo e turnover
Mesmo que os dois termos sejam indicadores para medir e avaliar o ambiente de trabalho, eles falam sobre diferentes aspectos do ciclo de vida do colaborador na organização.
Enquanto o absenteísmo trata sobre ausências, o turnover mede a rotatividade dos colaboradores que entram e saem definitivamente da empresa durante um determinado período.
As principais causas do turnover são: insatisfação, busca por melhores oportunidades, reestruturação ou desengajamento, sendo que o último pode ser originado pelo absenteísmo.
Esta rotatividade, além de prejudicar a sinergia das equipes, gera custos com recrutamento e treinamento de colaboradores, além da perda de conhecimento, impacto na cultura organizacional e queda de produtividade.
Assim, mesmo que o absenteísmo e o turnover tenham significados diferentes, seus efeitos podem desencadear o outro.
Vamos tomar como exemplo um colaborador que está insatisfeito com a gestão de sua equipe: isso o motiva a procurar outra oportunidade de trabalho, e com isso, ele começa a se atrasar e faltar sem justificativas, desencadeando uma demissão, seja ela voluntária (por parte do colaborador) ou involuntária (por parte da organização).
Com isso, o absenteísmo leva ao turnover, indicando que é necessário avaliar o ambiente organizacional para solucionar possíveis problemas na gestão de pessoas, evitando a ausência e a perda de talentos.
O que é presenteísmo?
Diferente da ausência total do absenteísmo, o presenteísmo é sutil, pois o colaborador está fisicamente presente em seu ambiente de trabalho, ele está mentalmente ausente, seja por questões profissionais ou pessoais.
Essa presença física pode ter diversos motivos, como o medo de perder o emprego ou por pressão de sua liderança, o que pode servir como alerta para um possível burnout.
Com isso, o colaborador desempenha suas funções, mas não entrega o resultado esperado por estar emocional e mentalmente desconectado.
Além disso, podemos citar outros exemplos que caracterizam o presenteísmo:
- Comparecer ao trabalho doente, exausto ou com sintomas crônicos de estresse como enxaquecas e dores de cabeça, e não conseguir focar em suas tarefas.
- Ansiar pelo final do expediente, mesmo sem ter atividades pendentes ou planos para depois do trabalho, refletindo a falta de engajamento.
- Focar em assuntos pessoais, como questões familiares ou financeiras, impedindo a concentração em seu ambiente de trabalho.
Assim, o presenteísmo é a presença física sem engajamento real, o que compromete os resultados e o bem-estar corporativo.
Para entender porque estes comportamentos surgem, é essencial analisar o cenário e suas principais causas.

Quais são as principais causas para o absenteísmo e presenteísmo?
O absenteísmo e presenteísmo podem ser causados por diferentes fatores, sejam eles por causas organizacionais, individuais ou externas.
Motivos como saúde, motivação, problemas pessoais e questões ligadas à gestão corporativa são alguns deles, como vamos destrinchar nos tópicos abaixo.
Causas organizacionais
Aqui, fatores internos da organização influenciam diretamente o absenteísmo e presenteísmo, como:
- Clima organizacional: ambientes de trabalho conflituosos, a falta de colaboração e a ausência de reconhecimento aumentam a desmotivação dos colaboradores.
- Estilos de liderança: gestores autoritários, pouco empáticos e compreensivos geram insegurança e pressão, causando a ausência e desengajamento de sua equipe.
- Sobrecarga de trabalho: exigir desempenhos além da capacidade das equipes, acúmulo de funções e jornadas de trabalho longas, falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional desencadeia faltas e presença improdutiva.
- Falta de políticas de bem-estar: não ofertar um programa de saúde mental nas empresas tende a gerar índices mais altos de absenteísmo e presenteísmo.
- Comunicação interna falha: ausência de clareza, falta de feedbacks construtivos ou falta de transparência provoca insegurança e descontentamento dos colaboradores.
- Desvalorização: não reconhecer o esforço e desempenho de seus colaboradores impacta diretamente no engajamento com a equipe e empresa.
- Gestão de pessoas desestruturada: falta de planos de carreira, investir em treinamentos e oferecer oportunidades de desenvolvimento contribuem para a desmotivação e o aumento desses índices.
Esses fatores mostram que o absenteísmo e o presenteísmo não dependem apenas de questões individuais, mas também da forma como a empresa estrutura sua gestão e cultura.
Causas individuais
Neste caso, fatores pessoais e internos do colaborador influenciam estes comportamentos e seu desempenho no trabalho, como:
- Saúde física: doenças crônicas, dores recorrentes, fadiga ou baixa imunidade podem levar o colaborador a faltas, ou a comparecer ao trabalho sem condições plenas.
- Saúde mental: estresse, ansiedade, depressão e burnout afetam a motivação e capacidade de concentração.
- Falta de motivação: quando o colaborador não entende seu propósito no trabalho ou não se sente realizado, ele se desconecta mentalmente ou se ausenta.
- Questões familiares e pessoais: problemas em casa, responsabilidade com seus familiares ou familiares doentes podem impactar o desempenho e o engajamento do colaborador.
- Hábitos pouco saudáveis: alimentação desbalanceada, sedentarismo, privação de sono ou uso de substâncias afetam a energia e a saúde física do colaborador.
- Problemas financeiros: preocupações com dívidas ou instabilidade econômica podem distrair, causar ansiedade e tirar o foco no trabalho.
- Autogestão e disciplina: dificuldade em administrar o tempo e organizar sua rotina podem apresentar atrasos, faltas e baixa produtividade.
Assim, esses exemplos demonstram que o absenteísmo e presenteísmo não dependem apenas de questões coletivas, mas também da realidade individual de cada colaborador, reforçando a necessidade de políticas de apoio e bem-estar.
Causas externas
Por fim, fatores fora do contexto direto da empresa ou do colaborador influenciam os seguintes aspectos:
- Transporte e mobilidade urbana: trânsito, greves, falhas em operações, falta de transporte público eficiente ou longos trajetos até o trabalho geram atraso e faltas.
- Condições socioeconômicas: instabilidade financeira e preocupação com sustento familiar afetam a presença e o engajamento.
- Responsabilidades pessoais e familiares: cuidado com filhos, idosos e familiares doentes podem levar a ausências ou à dificuldade de concentração no trabalho.
- Fatores ambientais e climáticos: chuvas intensas, enchentes, calor extremo ou outros eventos climáticos podem impedir o deslocamento.
- Contexto social e político: greves, manifestações ou insegurança urbana podem impactar a frequência e pontualidade.
- Eventos inesperados: acidentes, emergências ou imprevistos pessoais que fogem ao controle do colaborador.
Por isso, é necessário um RH estratégico para a promoção do bem-estar corporativo, monitorando situações que indicam o crescimento de absenteísmo e presenteísmo no ambiente de trabalho.

Como medir absenteísmo e presenteísmo nas organizações?
O absenteísmo costuma ser mensurado por indicadores simples, relacionando o número de horas ou dias de ausência com o total previsto de horas trabalhadas.
Já o presenteísmo exige métodos mais qualitativos, como pesquisas de clima organizacional, avaliação de desempenho e ferramentas de People Analytics para identificar quedas de produtividade ou sinais de desconexão.
Para isso, softwares de gestão de pessoas, plataformas de ponto eletrônico e relatórios de BI são recursos importantes para acompanhar esses indicadores estruturalmente.
Com a expansão do trabalho remoto e do home office, medir absenteísmo e presenteísmo é uma tarefa desafiadora.
A ausência física deixa de ser o principal indicador e métricas ligadas ao engajamento, participação em reuniões virtuais, cumprimento de prazos e qualidade das entregas são relevantes e essenciais neste cenário.
Aqui, as ferramentas digitais de monitoramento e plataformas colaborativas ajudam a identificar sinais de presenteísmo, como baixa interação ou queda no desempenho, mesmo quando o colaborador está conectado.
Além dos índices tradicionais, é fundamental considerar métricas complementares com uma visão mais ampla da realidade organizacional.
Indicadores como produtividade, engajamento, rotatividade e resultados de pesquisas internas identificam padrões que não aparecem nas ausências de colaboradores.
Assim, o uso de relatórios integrados e análises comparativas permitem cruzar dados e obter percepções mais precisas sobre o desempenho e a saúde dos colaboradores.
Qual é o seu impacto financeiro nas empresas?
Quando falamos de custos relacionados ao absenteísmo e presenteísmo, temos os custos diretos e indiretos para as empresas.
Os custos diretos englobam o pagamento de salários sem a entrega esperada do trabalho, gastos com horas extras de outros colaboradores para suprir ausências e a necessidade de contratar colaboradores temporários ou terceirizados para cobrir possíveis faltas.
Já os custos indiretos incluem atrasos em projetos e entregas, redução da produtividade plena da equipe e impacto na satisfação de clientes e parceiros.
No caso do presenteísmo, as perdas são silenciosas. A queda na qualidade das entregas, retrabalho e desperdício de recursos torna a equipe suscetível a erros, acidentes e falhas operacionais.
Assim, o absenteísmo e o presenteísmo impactam diretamente em indicadores estratégicos, aumentando o turnover, custos de recrutamento e treinamento, além da redução de competitividade, capacidade de inovação e da retenção de talentos, essenciais para a reputação da empresa.
Isso pode ser comprovado por estudos, que indicam que o presenteísmo pode custar 3 vezes mais do que o absenteísmo, tendo em vista que o colaborador está presente, mas não produz em sua capacidade máxima.
Podemos entender que esses impactos financeiros evidenciam que absenteísmo e presenteísmo não são apenas problemas de gestão de pessoas, mas desafios estratégicos que exigem soluções eficazes para a saúde financeira da organização.

Quais são os seus efeitos no ambiente de trabalho e nos colaboradores?
O absenteísmo e presenteísmo não afetam apenas números e finanças: eles também afetam a cultura organizacional e o bem-estar de seus colaboradores.
A ausência frequente ou a presença sem engajamento gera sobrecarga em colegas de trabalho, aumentando tensões e reduzindo a colaboração entre as equipes, prejudicando o clima organizacional.
Outros efeitos podem ser percebidos, como, por exemplo:
- Queda na motivação coletiva: com a ausência de alguns colaboradores, os demais podem se sentir desanimados ou até mesmo injustiçados, afetando o engajamento da equipe.
- Aumento da sobrecarga e do estresse: ao compensar faltas ou baixa produtividade, isso eleva o nível de pressão dos colaboradores remanescentes, podendo gerar novos casos de presenteísmo ou absenteísmo.
- Impacto na saúde: o presenteísmo, em especial, pode agravar problemas físicos e emocionais, já que o colaborador continua desempenhando suas funções, mesmo sem as condições adequadas.
- Redução da qualidade e da inovação: atrasos em projetos, entregas inconsistentes e falta de criatividade são sinais de falta de energia ou foco.
Além dos efeitos listados acima, não podemos desconsiderar os efeitos percebidos em diferentes horizontes de tempo.
A curto prazo, é possível notar atrasos em entregas, sobrecarga de colegas e queda imediata na produtividade.
Já a médio prazo, esses comportamentos afetam o clima organizacional, aumentam o estresse e comprometem o envolvimento das equipes.
Por fim, a longo prazo, o absenteísmo e o presenteísmo podem consolidar uma cultura de desmotivação, elevar a rotatividade e comprometer a sustentabilidade da organização.
Ao saber as causas e efeitos destes fenômenos, é possível perceber que não se tratam apenas de números e sim algo que impacta diretamente a saúde, motivação dos colaboradores e a cultura organizacional.
Assim, é essencial buscar e adotar soluções eficazes para reduzir sua ocorrência.
Quais são as soluções para absenteísmo e presenteísmo no trabalho?
Diante dos impactos financeiros e humanos, é fundamental adotar estratégias que promovam engajamento, saúde e produtividade.
As soluções não se limitam a ações pontuais, mas envolvem políticas estruturadas, mudanças culturais e o uso de recursos modernos para fortalecer o vínculo entre os colaboradores e a empresa.
Entre as principais iniciativas estão programas de bem-estar, modelos de trabalho mais flexíveis, capacitação de líderes e o apoio de tecnologias voltadas para o monitoramento e engajamento.
Políticas de bem-estar e saúde mental
Investir em programas de bem-estar é uma das formas mais eficazes de reduzir tanto o absenteísmo quanto o presenteísmo.
Ações como acompanhamento psicológico, campanhas de saúde, incentivo à prática de atividades físicas e programas de qualidade de vida ajudam a manter os colaboradores saudáveis, engajados e produtivos.
Além disso, iniciativas como o Janeiro Branco reforçam a necessidade de colocar a saúde mental em pauta dentro das empresas, lembrando que cuidar do emocional dos colaboradores é tão importante quanto investir em produtividade.
Disponibilizar convênios com academias, programas de mindfulness, palestras sobre saúde mental e dedicar dias de cuidado são algumas iniciativas a serem consideradas.
Reconhecimento, desenvolvimento e cultura inclusiva
É essencial que as empresas invistam em práticas que fortaleçam o vínculo emocional dos colaboradores com a organização.
Programas de reconhecimento e valorização, como recompensas, celebrações de conquistas e feedbacks positivos aumentam o engajamento e reduzem a desmotivação.
Da mesma forma, oferecer planos de carreira e oportunidades de desenvolvimento contribui para a retenção de talentos e para a construção de equipes mais qualificadas.
Por fim, promover uma cultura organizacional inclusiva, baseada em diversidade, pertencimento e respeito cria um ambiente saudável e colaborativo, minimizando o absenteísmo e o presenteísmo.
Flexibilidade e modelos híbridos
Oferecer alternativas como horários flexíveis e modelos híbridos de trabalho permite que os colaboradores conciliem melhor suas demandas pessoais e profissionais.
Essa flexibilidade reduz o estresse, aumenta a motivação e contribui para a diminuição de faltas e da presença improdutiva.
Ao contrário do que muitos pensam, estudos apontam que, empresas que adotaram a semana de 4 dias aumentaram sua produtividade, demonstrando que a medida traz resultados positivos tanto para os colaboradores quanto para as organizações.
Além dessa iniciativa, horários escalonados ou o trabalho remoto parcial são opções viáveis e recomendadas para a flexibilização.

Treinamento de líderes e gestores
Líderes capacitados são essenciais para identificar sinais de desmotivação ou sobrecarga.
Treinar gestores para oferecer feeedbacks construtivos, apoiar emocionalmente suas equipes e equilibrar cobranças com empatia fortalece o clima organizacional e previne comportamentos de absenteísmo e presenteísmo.
Incluir práticas como mentorias, workshops de inteligência emocional e programas de liderança humanizada são essenciais para estimular um novo modelo de gestão.
Tecnologias de monitoramento e engajamento
Utilizar ferramentas digitais de RH, como softwares de ponto eletrônico e plataformas de People Analytics permitem acompanhar indicadores de presença, produtividade e satisfação.
Pensando nisso, a NR-1 estabelece diretrizes para que as organizações identifiquem e gerenciem riscos psicossociais, tornando essencial o uso de tecnologias que facilitem o monitoramento e assegurem a conformidade legal.
Além disso, pesquisas de clima e sistemas de engajamento ajudam a identificar padrões, agir pontual e preventivamente, assegurando que os colaboradores estejam engajados ao trabalho.
Incentivar o acesso à aplicativos de bem-estar com conteúdos de saúde mental podem reduzir o risco de desconexão, bem como plataformas de comunicação e colaboração internas ajudam a medir o engajamento em ambientes virtuais, sejam eles em modelos híbridos ou remotos.
Essas são mais do que soluções isoladas, trata-se de construir um ambiente organizacional saudável, engajado e sustentável, capaz de valorizar os colaboradores e fortalecer a reputação da empresa no longo prazo.
Próximos passos para combater o absenteísmo e presenteísmo
Combater o absenteísmo e o presenteísmo exige mais do que ações pontuais: é um processo contínuo, que envolve atenção às necessidades dos colaboradores, adaptação às mudanças do mercado e construção de uma cultura organizacional saudável.
As empresas que reconhecem esses desafios conseguem transformar problemas em oportunidades de fortalecimento de suas equipes e melhoria contínua dos resultados.
Assim, ao combinar políticas de bem-estar, flexibilidade, liderança preparada, tecnologias de apoio e iniciativas de reconhecimento, as empresas conseguem reduzir significativamente os índices de absenteísmo e presenteísmo.
Mais do que combater sintomas, é essencial que as organizações cultivem uma cultura de cuidado e pertencimento, onde os colaboradores se sintam valorizados e motivados a contribuir.
Dessa forma, o absenteísmo e o presenteísmo deixam de ser problemas a serem gerenciados e passam a ser oportunidades de fortalecimento do ambiente de trabalho e sustentabilidade do negócio.
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